segunda-feira, 26 de maio de 2008

Uma gotinha...

Se uma gotinha falasse,
o que iria dizer?
- Unida a muitas gotinhas
o rio faço crescer.

Se uma gotinha falasse,
o que iria dizer?
- Ao cair num copo cheio
a água não pude conter.

Se uma gotinha falasse,
o que iria dizer?
- Após uma noite fria,
sou o orvalho, podes-me ver.

Se uma gotinha falasse,
o que iria dizer?
- Sozinha sou pequenina
junto a muitas grande vou ser.

Se uma gotinha falasse,
o que iria dizer?
- Os raios do lindo Sol
em mim consigo reter
e um lindo arco-íris vou fazer.

Se uma gotinha falasse,
o que iria dizer?
- Evaporo, formo as nuvens
se ao solo caio faço chover.
Se uma gotinha falasse, tanto iria dizer!





Adaptação de Vaz Nunes 2002

Todos os dias...

Todos os dias
voando, voando
as aves caminham
ao longo do mar.

Todos os dias
cantando, cantando
as crianças caminham
em qualquer lugar.

Todos os dias, meu Deus!
tanta esperança
nos braços abertos
de cada criança.

Sofia Isabel (10 anos)

quinta-feira, 22 de maio de 2008

quarta-feira, 21 de maio de 2008

Os livros

Apetece chamar-lhes irmãos,
tê-los ao colo,
afagá-los com as mãos,
abri-los de par em par,
ver o Pinóquio a rir
e o D. Quixote a sonhar,
e a Alice do outro lado
do espelho a inventar
um mundo de assombros
que dá gosto visitar.
Apetece chamar-lhes irmãos
e deixar brilhar os olhos
nas páginas das suas mãos.

José Jorge Letria

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Lágrima de preta

Encontrei uma preta
que estava a chorar,
pedi-lhe uma lágrima
para a analisar.

Recolhi a lágrima
com todo o cuidado
num tubo de ensaio
bem esterilizado.

Olhei-a de um lado,
do outro e de frente:
tinha um ar de gota
muito transparente.

Mandei vir os ácidos,
as bases e os sais,
as drogas usadas
em casos que tais.

Ensaiei a frio,
experimentei ao lume,
de todas as vezes
deu-me o que é costume:

Nem sinais de negro,
nem vestígios de ódio.
Água (quase tudo)
e cloreto de sódio.

António Gedeão

domingo, 4 de maio de 2008

Só por isso, Mãe

Mesmo que a noite esteja escura,
Ou por isso,
Quero acender a minha estrela.

Mesmo que o mar esteja morto,
Ou por isso,
Quero enfunar a minha vela.

Mesmo que a vida esteja nua,
Ou por isso,
Quero vestir-lhe o meu poema.

Só porque tu existes,
Vale a pena!


Lopes Morgado


sexta-feira, 2 de maio de 2008

Que medo!

O Manuel vinha de casa dos avós numa noite muito escura.
Ele trazia uma lanterna para iluminar o caminho um pouco estreito, até que a lanterna se apagou e Manuel fechou os olhos para que estes se habituassem à escuridão. Como o Manuel conhecia o caminho para casa, de trás para a frente, não ligou e continuou a caminhar.
Numa das curvas do caminho, ouviu um barulho que o assustou e, quando chegou a casa, o Manuel não conseguia explicar a aflição que sentiu.
O pai, para o acalmar, foi com ele ver o que é que se passava. O Manuel levou o pai ao sítio onde tinha ouvido o barulho, e descobriram que era um saco de plástico preso num ramo de uma árvore e com o vento fazia barulho.
A partir desse dia, o Manuel perdeu os medos da noite.


Reconto de "Que medo!" da obra Abada de Histórias, de António Mota

Joana Isabel n.º 15

quarta-feira, 30 de abril de 2008

História do dia do trabalhador

História
Em 1886 realizou-se uma manifestação de trabalhadores nas ruas de Chicago nos Estados Unidos da América. Essa manifestação tinha como finalidade reivindicar a redução da jornada de trabalho para 8 horas diárias e teve a participação de milhares de pessoas. Nesse dia teve início uma greve geral nos EUA. No dia 3 de Maio houve um pequeno levantamento que acabou com uma escaramuça com a polícia e com a morte de alguns manifestantes. No dia seguinte, 4 de Maio, uma nova manifestação foi organizada como protesto pelos acontecimentos dos dias anteriores, tendo terminado com o lançamento de uma bomba por desconhecidos para o meio dos policiais que começavam a dispersar os manifestantes, matando sete agentes. A polícia abriu então fogo sobre a multidão, matando doze pessoas e ferindo dezenas. Estes acontecimentos passaram a ser conhecidos como a Revolta de Haymarket.
Três anos mais tarde, a 20 de Junho de 1889, a segunda Internacional Socialista reunida em Paris decidiu por proposta de Raymond Lavigne convocar anualmente uma manifestação com o objectivo de lutar pelas 8 horas de trabalho diário. A data escolhida foi o 1º de Maio, como homenagem às lutas sindicais de Chicago. Em 1 de Maio de 1891 uma manifestação no norte de França é dispersada pela polícia resultando na morte de dez manifestantes. Esse novo drama serve para reforçar o dia como um dia de luta dos trabalhadores e meses depois a Internacional Socialista de Bruxelas proclama esse dia como dia internacional de reivindicação de condições laborais.
A 23 de Abril de 1919 o senado francês ratifica o dia de 8 horas e proclama o dia 1 de Maio desse ano dia feriado. Em 1920 a Rússia adota o 1º de Maio como feriado nacional, e este exemplo é seguido por muitos outros países. Apesar de até hoje os estadunidenses se negarem a reconhecer essa data como sendo o Dia do Trabalhador, em 1890 a luta dos trabalhadores estadunidenses conseguiram que o Congresso aprovasse que a jornada de trabalho fosse reduzida de 16 para 8 horas diárias.

1º de Maio

Dia do Trabalhador em Portugal

Em Portugal, só a partir de Maio de 1974 (o ano da revolução do 25 de Abril) é que se voltou a comemorar livremente o Primeiro de Maio e este passou a ser feriado. Durante a ditadura do Estado Novo, a comemoração deste dia era reprimida pelas polícia. O Dia Mundial dos Trabalhadores é comemorado por todo o país, sobretudo com manifestações, comícios e festas de carácter reivindicativo, promovidas pela central sindical CGTP-Intersindical (Confederação Geral dos Trabalhadores Portuguêses - Intersindical) nas principais cidades de Lisboa e Porto, assim como pela central sindical UGT (União Geral das Trabalhadores). No Algarve, é costume a população fazer pic-nics e são organizadas algumas festas na região.

terça-feira, 29 de abril de 2008

DANÇA

Olá amiguinhos!


Hoje dançaram muito bem. É bom participarem sempre nestas actividades ligadas com o desporto, pois este dá saúde e faz crescer. PORTEM-SE BEM!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Beijinhos da vossa directora de turma que está sempre a ralhar com vocês........

segunda-feira, 28 de abril de 2008

Peguei na Serra da Estrela

Peguei na Serra da Estrela
para serrar uma cadeira
e apanhei um nevão
numa serra de madeira.

Com as linhas dos comboios
bordei um lindo bordado,
quando o comboio passou
o pano ficou rasgado.

Nas ondas do teu cabelo
já pesquei duas pescadas.
Olha para as ondas do mar,
como estão despenteadas.

Guardo o dinheiro no banco,
guardo o banco na cozinha.
Tenho cem contos de fadas,
que grande fortuna a minha.

Com medo que algum ladrão
um dia me vá roubar,
mandei pôr na minha porta
três grossas correntes de ar.

Encomendei um cachorro
naquela pastelaria;
quem havia de dizer
que o maroto me mordia?!

Apanhei uma raposa
no exame e estou feliz:
vejam que lindo casaco
com a sua pele eu fiz.

Entrei numa carruagem
para voltar à minha terra,
enganei-me na estação
e desci na Primavera!

Luísa Ducla Soares

quarta-feira, 9 de abril de 2008

As cabras do Pedro

Era uma vez um rapazito chamado Pedro que só desenhava cabras, com uma barbicha e os olhos cor de carvalho.
Um dia a professora: perguntou-lhe:
- Pedro, por que é que só desenhas cabras?
- Porque gosto de as desenhar. - respondeu o Pedro.
- Por que é que não desenhas outra coisa, sem ser cabras?
Então, o Pedro foi buscar uma folha.
Passada uma hora o Pedro mostrou o desenho à professora.
Era uma casa tão bonita, com muros e uma borboleta à espera que o sol viesse.
E a professora disse:
- Que casa tão bonita!!! Vês como fizeste um desenho sem cabras?
-Esta é a casa da minha cabra e ela está lá dentro a dormir. - respondeu o Pedro.

Reconto feito por Adriana e Joana Silva a partir da obra, "Abada de Histórias", de António Mota

Como nasceram as zebras

Há muitos anos havia uma longa e famosa cidade que se chamava « Correquelogodormes ».

Para atravessar essa larga cidade havia atropelamentoos e aventuras.

Anastácio Inventor levou a sua zebra para ver se conseguia atravessar a larga cidade.

Os cavalos pararam para cumprimentar a zebra e Anastácio passou a cidade.

A moda pegou, as zebras começaram a servir para fazer coisas.

Então, o presidente ficou aborrecido e decidiu tomar medidas porque os jardins da cidade estavam a ficar carecas por causa das zebras que comiam a era toda.

Assim, mandou desenhar zebras no chão da cidade Correquelogodormes.Mas como a tinta não chegava, só desenharam as riscas.

As pessoas da cidade ficaram satisfeitas.

Foi assim que nasceram as zebras, ou seja, as passadeiras para peões.



Daniel, 5ºB, nº10



Reconto da obra « Abada de histórias », de António Mota

terça-feira, 8 de abril de 2008

Quando

Quando o cão souber voar,
a galinha tiver dentes,
o porco lavar o rabo
e o careca usar pentes,
o crocodilo cantar,
e o gato usar chapéu,
a borboleta pescar,
o burro subir ao céu,
a abelha fizer chouriços,
a vaca der laranjada,
o cavalo escrever cartas,
a rã vender marmelada,
só então, minha menina,
quando em Agosto nevar,
vou deixar os meus amigos
para só te namorar.

Luísa Ducla Soares

quinta-feira, 27 de março de 2008

Feliz Aniversário, Prof.ª Elisabete!

O que hoje aprendi para dizer-me
talvez não caiba no jeito do verso
não cabe, por minha falta
mas eu aprendi.
Desde hoje serei mais eu
estarei mais onde estiver

José de Almada Negreiros






Parabéns, Elisabete!

Votos de um Feliz Aniversário para uma professora, colega e amiga 5 estrelas!

Nos teus olhos a Alegria de quem sabe curtir a emoção de simplesmente VIVER…!

quarta-feira, 26 de março de 2008

Ciências da Natureza

Adivinha quem sou?
"Devagar se vai ao longe"
É a minha convicção;
Posso ser lenta em terra
Mas ágil na natação.

Adivinha

O sólido que o Rui traz na mochila:
  • é um poliedro
  • tem 9 arestas
  • tem 5 faces

qual é o nome desse sólido?

segunda-feira, 24 de março de 2008

Boa semana

Olá aos meus meninos/as:
Cai a neve. Está muito frio. Adivinhem onde estou?
Depois quero que descrevam um pouco este país. Pesquisa histórica, ok?
Beijinhos


sexta-feira, 14 de março de 2008

Os dois irmãos

Eu conheço dois meninos
que em tudo são diferentes.
Se um diz: "Dói-me o nariz!"
o outro diz: "Ai, meus dentes!"

Se um quer brincar em casa,
o outro foge para o monte;
e se este a casa regressa,
já o outro foi para a fonte.

É difícil conviver
com tanta contradição.
Quando um diz:"Oh, que calor!",
"Que frio!" - diz o irmão.

Mas quando a noitinha chega
com suas doces passadas,
pedem à mãe que lhes conte
histórias de Bruxas e Fadas.

E quando o sono esvoaça
por sobre o dia acabado,
dizem "Boa noite, mãe!"
e adormecem lado a lado.

Maria Alberta Menéres, Conto Estrelas em Ti, Campo das Letras

quinta-feira, 6 de março de 2008

A Galinha Vadia

Quando Joana fez anos, a avó deu-lhe uma prenda pouco comum: uma franga pedrês.
A Joana não disse nada. Mas ficou um bocado triste. Ela pensava que a avó ia dar-lhe uma boneca, daquelas que choravam sem chupeta.
A Joana meteu a franga no galinheiro depois de lhe ter dado o nome que tinha pensado para a boneca: Clara Sofia.
Deu-lhe um bom punhado de milho e couves partidas aos pedacinhos. E, lentamente, dia após dia, semana após semana, a Joana foi gostando cada vez mais da Clara Sofia. E esta, assim tão bem mimada, tão bem tratada, em poucos meses tornou-se uma galinha vistosa.
Uma tarde, a Joana chamou pela Clara Sofia, mas a galinha não apareceu.
Joana ficou preocupada e esperou pela noite. É que, de vez em quando, a mãe da menina costumava abrir a porta do galinheiro para a bicharada esgaravatar no quintal.
À noite, antes de jantar, foi espreitar o galinheiro. E ficou sem apetite: a Clara Sofia não estava lá, tinha desaparecido.
Nessa noite, a Joana deitou-se muito cedo, sempre com o mesmo pensamento:
- Se calhar, a raposa papou-a...
Os dias passaram, muitas noites correram.E a Joana foi-se esquecendo da Clara Sofia.
Mas ontem, a meio da tarde, começou aos saltos, contente e admirada com a supresa.
E o que é que aconteceu?
Só isto: a Clara Sofia apareceu à porta do galinheiro. Mas não estava só... Atrás dela, gordos e amedrontados, vinham dezassete pintos!

In Abada de Histórias, de António Mota

Carolina Rodrigues

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

A velha e o garrafão

Era uma vez uma velha que era muito sovina.
Ela tinha um garrafão, onde guardava todo o seu dinheiro. Como o garrafão custava dinheiro, ela nunca o partiria e assim não gastava as suas economias.
Nunca abria as janelas de sua casa para o sol não queimar as paredes e não ter que gastar dinheiro a pintá-las. Não lavava a roupa para não gastar sabão.
Certo dia, apareceu um rato em sua casa. Ficou aflita e pensou comprar um gato para comer o rato. Mas, como tinha que alimentar o gato, mudou de ideias, pois não queria gastar dinheiro.
Então, qual não foi o seu espanto, quando um dia a casa estava repleta de ratos e o seu dinheiro todo aos bocadinhos.Um rato tinha entrado no garrafão e roído todas as suas poupanças.

Carlos e Pedro 5ºB "Oficina de escrita e leitura"

A princesa Elisabete e o sonho

Era uma vez uma princesa, cujo nome era Elisabete Tinha doze aninhos. Ela tinha o sonho de ser uma pessoa normal. Não queria ser uma pessoa muito importante, queria conviver com as pessoas normais, detestava que as pessoas fizessem vénias quando ela passava na rua (pois saía muito poucas vezes de casa). Só saía para ir ao parque mais perto de sua casa e ao seu jardim, onde havia muitas tulipas brancas e amarelas, girassóis amarelos e o olho castanho da cor da sua égua Lia que a levava todas as manhãs para a escolinha.
Numa manhã, Elisabete acordou muito bem disposta. Chegou à escola e as amiguinhas perguntaram o que se tinha passado para ela estar tão bem disposta. Ela respondeu:
-Tive um sonho maravilhoso!!!
-Conta, conta - disseram as amigas.
-Então foi assim: Antes de me deitar, costumo sempre tomar leitinho com bolachas enquanto converso com a minha mãe. Perguntei-lhe como seria ser normal ao que ela respondeu que não sabia. Fui para a cama a pensar nisso e tive um maravilhoso sonho...
No meu sonho.. levantei-me muito cedo pela manhã, e fui com o senhor Luís (o meu motorista) que me levou para um sítio maravilhoso! Levou-me para um labirinto onde havia umas verduras com rosas vermelhas. Senti-me um pouco atrofiada! Não sabia para onde seguir e andava, andava, andava e ia parar ao mesmo sítio... Até que decidi mudar a direcção que ía seguir. Pêlo caminho encontrei uma menina da minha idade que me perguntou:
- O que fazes neste labirinto?!
- Estou perdida! - disse ela - mas quem és tu?
- Eu sou a Emília! E tu? Quem és??
- Eu sou a Elizabete! Sou uma princesa e tu foste a primeira a não me fazer uma vénia!
- Ai desculpe.- disse a Emília.
- Não faz mal, eu também não gosto muito que as pessoas me tratem de maneira diferente.
- Ai sim!?
- Sim, sim mas olha sabes onde é a saída deste labirinto?
- Vem comigo!
E juntas seguimos até à saida.
Ao sairmos ,avistamos as ondas do mar (pois o meu lugar preferido era o mar). Curiosas decidimos ir espreitar. E Emilia tinha por acaso dois biquinis...
Fomos tomar uma banhoca no mar. Estava a ser tratada como uma pessoa normal!!

Foi o meu melhor sonho! Com a minha querida amiga imaginária Emilia!

Este texto é dedicado ás storas Elizabete Oliveira e Emilia Nunes.
Um beijinhos para as duas.


Ana Lúcia e Inês Melo 5ºB

domingo, 17 de fevereiro de 2008

Matemática!

Olá...hoje vamos à matemática:

O bolo de anos do Francisco tem a forma de um cubo. Todo o bolo está coberto com chocolate, excepto a parte de baixo. Partiu-se o bolo em 27 cubinhos iguais.
Quantos cubinhos têm apenas 1 face com chocolate?

sábado, 16 de fevereiro de 2008

Ciências da Natureza


Olá meninos!

Adivinhem esta :)

Em mim a Lua se espelha
E o Sol se reflecte também.
Quando alguém se aproxima
Olhando-me, se vê bem.

Adeus, bom fim-de-semana!

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Uma carta de Amizade

A força da nossa amizade vence todas as diferenças...Aliás... para que diferenças se somos amigos? Quando erramos... nós perdoamos e esquecemos. Se temos defeitos... não nos importamos...Trocamos segredos... e respeitamos as divergências...Nas horas incertas, sempre chegamos no momento certo...Nós amparamos...nós defendemos...sem pedir...fazemos porque nos sentimos felizes em fazer...Nós reverenciamos... adoramos... idolatramos... apreciamos... admiramos. Nós mostramos amigos de verdade, quando dizemos o que temos a dizer...Nós aceitamos , sem querer mudanças...Estamos sempre presentes, não só nos momentos de alegria, compartilhando prazeres ,mas principalmente nos momentos mais difíceis...

Ana Lúcia 5ºB nº3
Inês 5ºB nº13
Carolina 5ºB nº27

Carta de amor para ti, Neves


És o meu amor, eu amo-te e amar-te-ei para sempre.
Beijo grande
Beatriz

Uma carta de amor

Gostava que soubesses que gosto muito de ti .
Amo-te tanto como nunca amei ninguém.
És bonita, simpática e não penses nessas coisas de ser rica ou pobre porque eu não quero dinheiro eu só te quero a ti.
Beijinho

Ruben Neves

Carta ao mar

Paços de Brandão, 13 de Fevereiro de 2008

Querido mar:

Hoje está um lindo dia de Sol e resolvi escrever-te, para dizer o quanto gosto de estar perto de ti.
No Verão passado diverti-me imenso contigo.
Os dias eram longos e quentes e tu estavas quase sempre calmo e brincalhão. Agora, que estamos no Inverno, e depois de muita chuva, vento e frio, eis que surgem alguns dias solarengos. A temperatura está amena e eu cheia de vontade de descer à areia e sentir a espuma das tuas ondas nos meus pés.
Rapidamente o sol desce no horizonte para e esconder nas tuas águas serenas.
Em breve será outra vez noite e os dias vão suceder-se rapidamente.
Enquanto esperamos que o Verão volte e com ele as nossas brincadeiras na areia, vamos matando saudades em dias como hoje.


Até breve, querido amigo.

Inês André Melo (n.º13)

Trava-Línguas


A Patrícia caiu na perdição
de perdoar o perigoso pardal
que partiu a perna do periquito.

O trânsito atrasou
o transatlântico
que ia a transbordar
de tranquilidade durante
o trajecto tradicional.


Criado por Carolina Rodrigues n.º 27, Mariana Silva n.º17 e Inês Melo n.º13

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Hello children!

Olá meninos!
Finalmente venho ao vosso blog.
Vamos começar a publicar coisas bonitas que estamos a aprender.
Bora lá ! Quem vai começar?
A thousand Kisses.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Problemas

Um barqueiro tinha de levar da margem esquerda para a direita do rio um lobo, uma cabra e um molho de couves. No barco, só cabia um de cada vez, e o lobo não podia ficar com a cabra, nem a cabra com as couves, para não se comerem. Como fez o barqueiro?

Adivinha, adivinha...

1 - Qual é a coisa, qual é, que quanto mais se mira, menos se vê?
2 - Sempre quietas, sempre agitadas, dormindo de dia, de noite acordadas.
3 - Às avessas será nome, bem fácil de decifrar; às direitas só à noite se poderá contemplar.
4 - Sou gigante e gigantão, tenho doze filhos no meu coração, de cada filho trinta netos, metade brancos, metade pretos.

Vamos ver quem acerta e ganha um bombom.

domingo, 3 de fevereiro de 2008

Oficina de leitura e escrita

Proponho a todos que estão comigo na "oficina" que registem aqui os seus trabalhos.
Afinal, também se trabalha às quintas-feiras, na sala A16, certo? Vamos lá, metam mão à obra para enriquecer cada vez mais o nosso blogue.
Beijinhos